Nem todo dente do siso precisa ser removido. A decisão depende da posição do dente, do espaço disponível na boca, da presença de sintomas e do risco de problemas futuros.
Quando o dente do siso precisa ser removido?
A extração pode ser indicada quando o siso está causando dor, infecção, inflamação recorrente, dificuldade de higienização ou danos aos dentes vizinhos.
Também pode ser necessária quando o dente está parcialmente erupcionado, inclinado ou retido dentro do osso, principalmente se houver risco de cárie, formação de cistos ou comprometimento periodontal.
Quando o siso pode ser apenas acompanhado?
Um siso totalmente erupcionado, bem posicionado, sem dor e que possa ser higienizado adequadamente pode, em muitos casos, ser mantido.
Nessa situação, o acompanhamento clínico e radiográfico periódico ajuda a identificar precocemente qualquer mudança que possa alterar a conduta.
Quais sintomas merecem atenção?
- Dor ou pressão no fundo da boca.
- Gengiva inchada ou avermelhada ao redor do siso.
- Dificuldade para abrir a boca.
- Mau gosto ou mau hálito persistente.
- Inchaço no rosto.
- Dor que se espalha para o ouvido ou mandíbula.
Febre, inchaço importante, dificuldade para engolir ou respirar exigem avaliação odontológica imediata.
Como é feita a avaliação do dente do siso?
A avaliação inclui exame clínico da boca e análise da posição do dente. Em muitos casos, é solicitada uma radiografia panorâmica para observar as raízes, o osso, o dente vizinho e estruturas próximas.
A partir dessas informações, o dentista avalia se é mais seguro remover o siso ou mantê-lo em acompanhamento.
Como é a recuperação após a extração?
A recuperação varia conforme a posição do dente e a complexidade do procedimento. É comum ocorrer algum inchaço, sensibilidade e dificuldade leve para mastigar nos primeiros dias.
Seguir as orientações sobre alimentação, higiene, repouso e uso de medicamentos ajuda a reduzir desconfortos e prevenir complicações.
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Referências e fontes consultadas
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